José Brandão



José Brandão nasceu em Algés, Oeiras, em 14 de Março de 1948.
Estudou numa escola primária da Voz do Operário na Penha de França, em Lisboa. Em 1969 foi para a tropa com mobilização para a guerra em Moçambique com a especialidade de radiotelegrafista. Durante os dois anos de comissão permaneceu sempre em zonas consideradas de actividade máxima, (100%). Regressado em finais de 1971 ao seio da família, (casado e pai aos dezassete anos) virá a ser preso pela PIDE em princípios de 1973 acusado de pertencer a uma organização ligada ao PCP, a ARA. No dia 25 de Abril de 1974, estava marcada uma audiência no Tribunal Plenário de Lisboa.

Em 1976/77 frequentou um curso de preparação de acesso à universidade, através do então chamado exame “ad hoc”, não chegando, porém, a concretizar este objectivo.

Ligado ao mundo sindical e político, adere em 1979, às teses da UGT e do PS atingindo lugares de relevo nestas organizações. Actualmente encontra-se sem qualquer filiação política ou sindical.

Tem uma vasta série de artigos publicados entre 1983 e 1995 em jornais que vão do Expresso ao Jornal de Palmela, passando pelo Diário de Notícias, Diário de Lisboa, O Jornal, Tempo, O Distrito de Setúbal, e oito livros editados:

Sidónio - Ele Tornará Feito Qualquer Outro, 1.ª ed. 1983, Editora Perspectivas & Realidades; 2.ª ed. 1990, Publicações Alfa.

Carbonária - O Exército Secreto da República, 1.ª ed. 1984, Editora Perspectivas & Realidades; 2.ª ed. 1990, Publicações Alfa.

100 Anos por 1 Dia, Editorial Inquérito, 1987.

A Noite Sangrenta, Publicações Alfa, 1991.

Suicídios Famosos em Portugal, Europress Editores, 2007.

Portugal Trágico - O Regicídio, Âncora Editora, 2008.

Cronologia da Guerra Colonial, Prefácio Editora, 2008.

A Vida Dramática dos Reis de Portugal, Ministério dos Livros, 2008.