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Rolando Galvão



Nasce em Vila Nova de Anços, concelho de Soure, em 1930.

Cursa a Escola Brotero em Coimbra, o Instituto Comercial de Lisboa e o Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras, onde se licencia em 1954. Nessa última escola dirige, em 1952/53, o "Boletim da Associação Académica", revista policopiada que pretende dar aos alunos oportunidade de publicação de trabalhos.

Após um ano de ensino, a gestão de empresas, como profissão.

Primeira poesia, assinada por "Rando", em 1953, na "Antologia de Revelações", página do "Diário Popular" dirigida por Branquinho da Fonseca que o incita a continuar.

Colaboração regular com "O Comércio do Porto", no começo dos anos 60, com vários artigos sobre tema sociais e económicos. Publicação irregular sobre matéria semelhante em revistas e jornais de circulação mais restrita. Alguns artigos no "Diário de Notícias" já na presente década.

Escreve continuamente poesia que compartilha apenas com alguns amigos. Em 1969, assinando Azevedo Galvão, publica "Sete Dimensões", e em 1998 "Canto Poligonal".

Dois volumes em preparação dos quais, em breve, a edição de "O Som e a Seiva".