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Lampião
machado de assis
Maria Quitéria
José Lins Do Rego
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Adonias Filho

Hélio Pólvora



Hélio Pólvora (1928) costuma identificar-se como "um pobre homem de Itabuna", parodiando Eça. Diz também que saiu do "ventre dos cacuais". Itabuna é cidade do sul da Bahia, centro comercial da Região Cacueira.

Pólvora aprendeu as primeiras letras com a mãe, decifrando manchetes de jornais. Mais adiante leu a pequena biblioteca familiar, fez o curso primário na cidade e o secundário, a partir de 1942, em Salvador, Bahia.

Voltou à sua aldeia em 1947, praticou jornalismo em Voz de Itabuna, um semanário, e a 16 de Janeiro de 1953 chegava ao Rio de Janeiro – cinco dias antes da morte de Graciliano Ramos, com quem pretendia conversar.

Passou por quase todas as redações cariocas, assinou rodapés de crítica literária e iniciou-se na prosa de ficção.

Alguns livros: Os Galos da Aurora (1950), Estranhos e Assustados (1966), Noites Vivas (1971), Massacre no Km 13 (1978), O Grito da Perdiz (1982), Mar de Azov (1986) e Xerazade (1990) – todos eles de histórias curtas e novelas.

Retornou à Bahia após 32 anos.

Ainda faz jornalismo em Salvador e atualmente preside a Fundação Cultural de Ilhéus.

É ainda coordenador do "site" Jornal de Contos (www.jornaldecontos.com.br) e o seu e-mail é hpolvora@gmail.com

Também ganha o pão como cronista e tradutor.