Sigam-me os que forem brasileiros!

Duque De Caxias - “O Pacificador”

Patrono do Exército Brasileiro:
1803-01-01 - 1880-01-01



Quando tudo aconteceu...

1803: Luiz Alves de Lima e Silva nasce no Rio de Janeiro, quando o BRASIL era Vice Reino de PORTUGAL.
1818: Entra na Academia Real Militar, donde sai em 1821, para servir como tenente numa unidade de elite do Exército do Rei.
1822: O príncipe D. Pedro proclama a independência do BRASIL e organiza o Batalhão do Imperador, cabendo ao Tenente Luiz Alves receber a bandeira do Império, das mãos do Imperador.
1823: O Batalhão do Imperador pacifica movimento rebelde na Bahia.
1825: A competência do Capitão Luiz Alves evidencia-se na Campanha da Cisplatina.
1837 a 1841: É mandado pacificar a “Balaiada” na província do Maranhão. É eleito deputado do Maranhão.
1842: Pacifica a província de S. Paulo. Em seguida pacifica a província de Minas Gerais.
1845: Vai para o Rio Grande do Sul, onde termina a revolta farroupilha. É considerado o PACIFICADOR DO BRASIL e feito senador
1851: Assume a presidência da província. Vence as tropas de Oribe, reduzindo as tensões da fronteira.
1862: É graduado Marechal do Exército.
1866: É nomeado Comandante-chefe das Forças do Império na Guerra da Tríplice Aliança.
1869: Recebe o título de DUQUE DE CAXIAS, após a vitória na guerra.
1880:. Morre Caxias.
1931: O sabre de Caxias é feito espadim do cadete da Academia Militar das Agulhas Negras.
1962:Caxias é constituído patrono do Exército.

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A GUARDA DO NOVO IMPÉRIO

Em 22 de maio de 1808 a Família Real Portuguesa transfere-se para o BRASIL e em 1811 o rei D. João VI funda a Academia Real Militar.
Esta entidade deu origem a três escolas superiores. hoje centros de excelência: a ACADEMIA MILITAR DAS AGULHAS NEGRAS (AMAN),
a UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO (UFRJ) e
o INSTITUTO MILITAR DE ENGENHARIA (IME).
Naquela época Luiz Alves reside na atual rua Teófilo Otoni, no centro do Rio de Janeiro. É aluno do convento São Joaquim onde hoje se localiza o Colégio Pedro II. Próximo ao quartel do Campo de Sant´Ana, ele vê ser construído o prédio antigo do Quartel General, hoje Palácio Duque de Caxias.
Em 1818 matricula-se na Academia Real Militar com quinze anos de idade. Forma-se em 1821 e como tenente vai servir no 1º Batalhão de Fuzileiros, unidade de elite do Exército do Rei.
Em 1822 o príncipe D. Pedro proclama a independência do BRASIL e ele próprio organiza a Imperial Guarda de Honra e o Batalhão do Imperador no Campo de Sant´Ana. São 800 militares escolhidos, tipos atléticos e oficiais de valor excepcional. Cabe ao Tenente Luiz Alves de Lima e Silva receber a bandeira do Império recém-criada das mãos do Imperador D. Pedro I.
Em 1823 o Batalhão do Imperador é destacado para combater um movimento contra a independência, na Bahia. É apenas o início de uma longa campanha de lutas por todo o território, em que a integração do BRASIL é posta à prova aqui e ali, de quando em quando, e em que um valor mais alto se apresenta a todo o seu povo.




O CIDADÃO

Coincidindo com um período crítico para a afirmação da nacionalidade brasileira, Caxias interpreta com lucidez a realidade de sua época.
Luiz Alves de Lima e Silva nasce em 25 de agosto de 1803, numa fazenda na capitania do Rio de Janeiro, quando o BRASIL era Vice Reino de PORTUGAL. Hoje é o local do Parque Histórico Duque de Caxias, no município de Duque de Caxias, no estado do Rio de Janeiro.
É filho do Marechal-de-Campo Francisco de Lima e Silva e de D. Mariana Cândida de Oliveira Belo.
A 6 de janeiro de 1833, no Rio de Janeiro, o Major Luís Alves casa-se com a senhorita Ana Luiza de Loreto Carneiro Viana, de dezesseis anos de idade.
Do casal nascem duas filhas.
Em 18 de julho de 1841, em atenção aos serviços prestados na pacificação do Maranhão, recebe o título nobiliárquico de Barão de Caxias (nome de cidade do estado do Maranhão).
Porquê Caxias? Explica o seu biógrafo Padre Joaquim Pinto de Campos:
"Caxias simboliza a revolução subjugada. Local de horrores de uma guerra de bandidos; tomada e retomada pelas forças imperiais, e dos rebeldes várias vezes, foi quase ali que a insurreição começou, ali que se encarniçou tremenda; ali que o Coronel Luís Alves de Lima e Silva entrou, expedindo a última intimação aos sediciosos para que depusessem as armas; ali que libertou a Província da horda de assassinos. O título de Caxias significa portanto: - disciplina, administração, vitória, justiça, igualdade e glória"
Outro filho do casal vem ao mundo.
Cedo Caxias torna-se homem de confiança do Imperador e do povo.
Luta pela consolidação da independência e pacifica províncias conflagradas em regiões diversas do território brasileiro.
Durante o reinado de D. Pedro I bem como no período regencial e no reinado de D. Pedro II, Caxias restabelece a ordem, preserva as instituições, recompõe a coesão nacional e salva a unidade da Pátria.
Por mais de uma vez exerce as funções de ministro, de presidente de província, de deputado e de senador eleito, alem dos mais altos comandos militares.
Em 1869 Caxias tem seu título nobiliárquico elevado a Duque, mercê de seus relevantes serviços prestados na guerra. Eis aí um fato inédito pois ele é o único Duque brasileiro.
Em 1875 pela terceira vez é nomeado Ministro da Guerra e Presidente do Conselho de Ministros.
No dia 7 de maio de 1880 às 20 horas e 30 minutos fecha os olhos para sempre aquele bravo militar e cidadão, que vivera no seio do Exército para glória do próprio Exército.
Seus desejos testamentários são respeitados: enterro sem pompa, dispensa de honras militares, o féretro conduzido por seis soldados mais antigos e de bom comportamento.
Atualmente os restos mortais do Duque de Caxias, de sua esposa e de seu filho repousam no Panteon a Caxias, construído em frente ao Palácio Duque de Caxias, sede do Comando Militar do Leste, na cidade do Rio de Janeiro.




O PACIFICADOR

No dia 3 de junho de 1823 o jovem militar tem seu batismo de fogo, quando o Batalhão do Imperador é destacado para a Bahia e pacifica um movimento contra a independência comandado pelo General Madeira de Melo. No retorno dessa campanha recebe o título que mais prezou durante a sua vida: o de Veterano da Independência.

Em 1825 inicia-se a campanha da Cisplatina e o então Capitão Luís Alves desloca-se para os pampas junto com o Batalhão do Imperador. Sua bravura e competência como comandante e líder o fazem merecedor de várias condecorações e comandos sucessivos, retornando da campanha no posto de Major.
Em 1837, já promovido a Tenente Coronel, Caxias é escolhido "por seu descortino administrativo e elevado espírito disciplinador" para pacificar a Província do Maranhão, onde tem início o movimento da Balaiada.
Em 2 de dezembro de 1839 é promovido a Coronel. Por Carta Imperial é nomeado Presidente da Província do Maranhão e Comandante Geral das forças em operações, para que as providências civis e militares emanem de uma única autoridade.
Em 18 de julho de 1841 recebe o título nobiliárquico de Barão de Caxias em atenção aos serviços prestados na pacificação do Maranhão.
Em 1841 Caxias é promovido a Brigadeiro e é eleito unanimemente deputado à Assembléia Legislativa pela Província do Maranhão.
Em março de 1842 é investido no cargo de Comandante das Armas da Corte.
Em maio de 1842 inicia-se um levante na Província de São Paulo, suscitado pelo Partido Liberal.
D. Pedro II receia que esse movimento se alastre e se funda com a revolta farroupilha que se desenvolve no sul do Império. Resolve então chamar Caxias para pacificar a região. O Brigadeiro Lima e Silva é nomeado Comandante-chefe das forças em operações da Província de São Paulo e ainda Vice-Presidente dessa Província.
Cumprida a missão em pouco mais de um mês, o Governo, temeroso que a revolta envolva a Província das Minas Gerais, nomeia Caxias Comandante do Exército pacificador naquela região, ainda no ano de 1842.
Já no início do mês de setembro a revolta está abafada e a Província pacificada.
No dia 30 de julho de 1842 é promovido ao posto de Marechal-de-Campo graduado "pelos relevantes serviços prestados nas Províncias de São Paulo e Minas".
Ainda grassa no sul a revolta dos farrapos. Mais de dez presidentes de Província e generais se sucedem desde o início da luta, sempre sem êxito. Mister de sua capacidade administrativa, técnico-militar e pacificadora, o Governo Imperial nomeia Caxias Comandante-chefe do Exército em operações e Presidente da Província do Rio Grande do Sul.
Logo ao chegar a Porto Alegre faz apelo aos sentimentos patrióticos dos insurretos através de um manifesto cívico.
Seu descortino administrativo, seus atos de bravura, de magnanimidade e de respeito à vida humana conquistam a estima e o reconhecimento dos adversários. Por essas razões é que os chefes revolucionários passam a entender-se com o Marechal Barão de Caxias, em busca da ambicionada paz. Em 1º de março de 1845 é assinada a paz de Ponche Verde, dando fim à revolta farroupilha.
Em 1845 Caxias é efetivado no posto de Marechal-de-Campo e é elevado a Conde. Em seguida, mesmo sem ter se apresentado como candidato, teve a satisfação de ter seu nome indicado para Senador do Império pela Província que pacificara.. Em 1847 assume efetivamente a cadeira de Senador pela Província do Rio Grande do Sul.
A aproximação das chamas de uma nova guerra na fronteira sul do Império acaba por exigir a presença de Caxias novamente no Rio Grande do Sul.
Em junho de 1851 é nomeado Presidente da Província e Comandante-chefe do Exército do Sul, ainda não organizado. Essa é a sua principal missão: preparar o Império para uma luta nas fronteiras dos pampas gaúchos.
Em 5 de setembro de 1851 Caxias vence as tropas de Manoel Oribe, reduzindo as tensões existentes naquela parte da fronteira.
Em 1852 é promovido ao posto de Tenente-general e recebe a elevação ao título Marquês de Caxias.
Em 1853 a ele é conferida a Carta de Conselho, dando-lhe o direito de tomar parte direta na elevada administração do Estado e em 1855 é investido do cargo de Ministro da Guerra. Em 1857 assume a Presidência do Conselho de Ministros do Império, cargo que voltaria a ocupar em 1861 cumulativamente com o de Ministro da Guerra.
Em 1862 é graduado Marechal-do-Exército, assumindo novamente a função de Senador no ano de 1863.
Tão importantes quanto a eficácia de suas ações militares são a firmeza com que enfrenta os desafios e a generosidade dispensada aos adversários vencidos nos campos de batalha. Restabelece o império da ordem, preserva as instituições, recompõe a coesão nacional e salva a unidade da Pátria.
É pois com justa razão que o proclamam não só Conselheiro da Paz, mas também - o Pacificador do BRASIL.




GÊNIO MILITAR

Intervindo em movimentos revolucionários nas mais diversas regiões do BRASIL, Caxias é vitorioso sempre, o que valeu a pacificação e a manutenção da integridade do território nacional.
No campo da luta, a firmeza de seus lances militares lhe granjeia o rosário de triunfos que desperta nos rebeldes a idéia de pacificação. Paralelamente seu descortino administrativo, seus atos de bravura, de magnanimidade e de respeito à vida humana, conquistam a estima e o reconhecimento dos adversários.
Em 1865 inicia-se a Guerra da Tríplice Aliança, reunindo Brasil, Argentina e Uruguai contra as forças paraguaias de Solano Lopez, que invadiram o território brasileiro.
Em 1866 Caxias é nomeado Comandante-chefe das Forças do Império em operações contra o Paraguai, mesma época em que é efetivado Marechal-do-Exército.
O tino militar de Caxias atinge seu ápice nas batalhas dessa campanha. Ele determina ao Marechal Alexandre Gomes Argolo Ferrão que seja construída a famosa estrada do Grão-chaco ao longo da pantanosa margem direita do rio Paraguai e transpõe o grande rio com 19000 homens das três armas, cavalhada e material pesado. Assim permite que as forças brasileiras executem a célebre marcha de flanco através do chaco paraguaio e imortaliza seu nome na literatura militar.
É a engenharia de combate em 1866.
Mais uma vez sua visão de estrategista vem a tona e Caxias emprega, pela primeira vez na América do Sul, balões a gás cativos para executar reconhecimentos aéreos sobre a área de operações.
É a observação aérea em 1866
As principais batalhas terrestres da campanha são Itororó, Avaí e Lomas Valentinas, que nos levam à vitória final.
A Caxias não falta coragem física que até lhe sobra, mas que a usa calculadamente no momento exato e necessário, como aconteceu em Itororó:




ITORORÓ - “uma testemunha ocular”

“...a ponte tosca, de madeira forte, apresenta uma largura de três metros. Ao alcançarmos o alto, o inimigo cuja artilharia domina a ponte do arroio Itotoró, rompe fogo sobre a vanguarda. Trava-se o combate".
A violência revela-se extraordinária. Sucedem-se ataques e contra-ataques de lado a lado, um após outro sem intervalos, num fluxo e refluxo de conseqüências imprevisíveis. Morre o coronel Fernando Machado. As margens e a ponte estão cobertas de cadáveres.
O general Argolo, comandando um contra-ataque, cai gravemente ferido em plena ponte e nesse momento os paraguaios lançam violento contra-ataque.
Caxias vislumbra rapidamente a influência deste lance sobre o resultado final.
O efeito de sua liderança sobre a tropa relata Dionízio Cerqueira em suas "Reminiscências da Guerra do Paraguai".Ele é testemunha presencial da atuação de Caxias na conquista da ponte de Itororó:
"Quando (Caxias) passava no seu uniforme de Marechal de Exército, ereto e elegante, apesar da idade, todos nós nos perfilávamos reverentes e cheios de fé. Não era somente respeito devido a sua alta posição hierárquica. Havia mais a veneração religiosa e a admiração sem limites. Ele poderia fazer dos seus soldados o que quisesse, desde um herói até um mártir. Por isso, quando ele passou pela frente do 16 (de Infantaria), com as faces incendiadas e a espada curva desembainhada, foi preciso o nosso comandante comandar - Firme! - para que não o seguíssemos todos."
Comandando pessoalmente a Reserva, o Marechal desembainha a espada, galopa para a ponte numa atitude que arrebata e grita às suas tropas:
" Sigam-me os que forem brasileiros!"
Conta Dionísio Cerqueira, que participou da ação: "Passou pela nossa frente, animado, erecto no cavalo, o boné de capa branca com tapanuca, de pala levantada e presa ao queixo pelo jugular, a espada curva, desembainhada, empunhada com vigor e presa pelo fiador de ouro, o velho general em chefe, que parecia ter recuperado a energia e o fogo dos vinte anos. Estava realmente belo. Perfilamo-nos como se uma centelha elétrica tivesse passado por todos nós. Apertávamos o punho das espadas, ouvia-se um murmúrio de bravos ao grande marechal. O batalhão mexia-se agitado e atraído pela nobre figura, que abaixou a espada em ligeira saudação a seus soldados. O comandante dá a voz firme. Daí há pouco, o maior dos nossos generais arrojava-se impávido sobre a ponte, acompanhado dos batalhões galvanizados pela irradiação da sua glória. Houve quem visse moribundos, quando ele passou, erguerem-se brandindo espadas ou carabinas, para caírem mortos adiante"
Caxias só dá por finda sua jornada ao ser tomada a cidade de Assunção, capital do Paraguai, em janeiro de 1869. O inimigo está vencido. Para Caxias a última batalha está ganha, a guerra está vencida e não há necessidade de perseguir Solano Lopez. O primeiro cuidado a tomar, de imediato, é preservar a ordem e fazer respeitar a propriedade alheia.




PALAVRAS DE CAXIAS

Em apelo aos insurretos na revolta dos farrapos, Caxias diz:
"Lembrai-vos que a poucos passos de vós está o inimigo de todos nós - o inimigo de nossa raça e de tradição. Não pode tardar que nos meçamos com os soldados de Oribe e Rosas; guardemos para então as nossas espadas e o nosso sangue. Abracemo-nos para marcharmos, não peito a peito, mas ombro a ombro, em defesa da Pátria, que é a nossa mãe comum".
Caxias responde cumprimentos da Câmara de Campanha - MG, enviados a ele e ao Exército pelo desempenho na Guerra do Paraguai, em 10 de abril de 1869:
"..O Exército Brasileiro que eu tanto me orgulho de haver comandado e dirigido em combates na Guerra contra o Paraguai, muito merece da pátria por seu valor, por sua intrepidez e abnegação, e eu me regozijo ao ser tão bem apreciado seu heróico comportamento, tanto mais que eu fui testemunha de seus valorosos feitos e compartilhei de seus extraordinários sofrimentos."
"Como militar eu cumpri o meu dever servindo ao meu soberano e minha pátria. E apesar de minha avançada idade e de alquebrado pelas fadigas de uma rude campanha, estarei sempre pronto para obedecer ao chamado do Governo Imperial, quando o país carecer de meus serviços militares e civis, até onde chegarem as minhas forças.... Ass: Duque de Caxias."
Ontem, hoje e sempre ele aponta a um povo, o rumo certo dos DEVERES HUMANOS:
“Sigam-me os que forem brasileiros!”




O SABRE DE CAXIAS

“RECEBO O SABRE DE CAXIAS, COMO O PRÓPRIO SÍMBOLO DA HONRA MILITAR”

Este símbolo é o atributo mais importante do cadete, primeiro troféu a ser conquistado e o último a ser devolvido para o EXÉRCITO, na ACADEMIA MILITAR DAS AGULHAS NEGRAS.
Miniatura do sabre do Marechal-de-Campo Luís Alves de Lima e Silva, ex-cadete e pilar sustentáculo da nação independente. Sabre heróico, forjado em vitórias magnânimas, sem traços de prepotência, arrogância ou revanchismo.
“Sabem os jovens militares que, na lâmina de seus espadins, estão gravados o nome do seu patrono, o brasão de armas de sua tradicional escola, e é nela que se espelha, refulgente, o sol de Itororó!” (Marechal José Pessôa).
O Espadim é a cópia em escala da espada usada por Caxias como General, desembainhada na Ponte de Itororó, para exortar suas tropas.
O brado de Caxias certamente ainda hoje é capaz de fazer brasileiros "...readquirirem sua vitalidade e poder combativo..." e, se moribundos, "...erguerem-se brandindo espadas...".
O Espadim de Caxias é considerado o símbolo da honra militar, por sua invencibilidade e por representar o patriotismo, a cultura, a energia, a bravura e a bondade do Patrono do Exército, que foi o exemplo vivo de todas as virtudes militares.
Terminado o curso, o cadete o devolve com estas palavras:

“PARA QUE NOVOS CADETES O EMPUNHEM, RESTITUO O SABRE DE CAXIAS, SÍMBOLO DA HONRA MILITAR”